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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Desejos tribais





Para 2012 desejo o melhor:

- que cada uma de nós faça as pazes com sua verdadeira essência;

- que você descubra quem são seus verdadeiros amigos e honre esta dádiva;

- que todas nós encontremos a nossa tribo, onde quer que ela esteja!



feliz ano novo tribalistas! Nos vemos no ano que vem!



beijos a todas,

Aline Muhana


*foto: Serpentine Tribal por Pia Nyström

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sister Studios - Mariana Quadros



Neste post trazemos nossa mini-entrevista com Mariana Quadros (Santos - SP) representante brasileira dos Sister Studios FCBD desde 2010 e fundadora do grupo Pandora ATS.


Essas instituições, grupos ou pessoas tem em comum uma diplomação concedida por Carolena Nericcio de propagador do seu estilo de dança. Este diploma pode ser obtido através de ciclos extensivos de aulas no estúdio do Fat Chance Bellydance em São Francisco (CA) ou em cursos intensivos, que são oferecidos diversas vezes ao ano em diferentes instituições de dança ao redor dos EUA e recentemente em alguns países da europa. Este diploma compreende os cursos do General Skills (formação básica para bailarinas) e o Teacher Training (formação básica para professores) e a aprovação pessoal de Carolena para o título. Os Sister Studios se comprometem a ensinar com fidelidade o sistema ATS de improvisação coordenada.

Vamos à entrevista!!

ATS e ITS: Como você chegou a decisão de tirar a certificação? Como foi o precesso?
Mariana: Decidi tirar o certificado porque tinha feito um workshop com a Carolena em 2008 e fiquei muito impressionada com ela, com a bagagem que ela tem e a forma super precisa e concisa que ela tem de ensinar, existe toda uma lógica e mecânica elaboradas por trás de cada passo, de toda a estrutura do ATS, e isso me encantou demais. Senti que era uma base muito sólida para qualquer coisa e que se tinha alguém de quem eu gostaria de aprender mais, essa pessoa era ela. Daí decidi fazer o General Skills em 2010, só que queria fazer em seguida o Teacher Training, mas em São Francisco já tinham acabado as vagas para o TT desde o começo do ano, porque ele comporta apenas metade do número de pessoas que o GS. Daí não consegui fazer no estúdio do Fat Chance, mas fiz os dois em Highland, em outro estúdio.



ATS e ITS:
Como você definiria a sua experiência pessoal com o ATS? O que te acrescentou como bailarina/artista/pessoa?
Mariana: O ATS me acrescentou muito como bailarina, porque eu nunca tinha conseguido alcançar aquela estética das linhas e dos movimentos dele antes de fazer o curso. E depois de entender como é, você vê que é tudo tão específico que se torna realmente muito difícil conseguir um resultado perfeito sem entender as técnicas que estão por trás, porque não é o tipo de coisa que eu conseguia copiar vendo de fora. Então nesse sentido foi como uma cortina se abrindo. Como professora, acho que me acrescentou mais ainda! E como artista, bailarina e tudo mais, estar em um grupo de ATS e deixar de ser o foco principal em benefício de um todo é beeeeem diferente de dançar solo. De repente não importa mais tanto se seu braço não está numa posição tão perfeita quanto você gostaria, e sim se todo mundo consegue fazer o arabic no mesmo ritmo e sem perder a música, ou fazer a troca de formações de maneira fluída, sabe? rsrsrs É uma sensação totalmente diferente e até um pouco libertadora na minha opinião!

ATS e ITS: Como tem sido a experiência com o grupo de ATS Pandora?
Mariana: Tranquila e muito divertida. Já éramos todas amigas, o que ajuda muito... Queria mesmo que o grupo tivesse um ar informal, sem grandes pressões. Para mim ainda é um experimento, vamos devagarinho e sem pretensões, prefiro que não saia tudo perfeito mas preservemos a leveza e a diversão do que estar em um grupo em que tudo sai perfeito porém duro, sem fluidez. Acho que o ATS tem essa proposta desde a raiz, de não ser uma coisa pretensiosa.


ATS e ITS: Alguma consideração sobre a importância do ATS para a formação das tribalistas em geral?
Mariana: Bom, continuo considerando que o ATS é fundamental para qualquer estudante de tribal. Não é que precisa saber o nome e o tempo de todos os movimentos, mas precisa estudar para conhecer o básico, o funcionamento geral, os "comos e porquês". Acho engraçado como ainda ouvimos argumentos do tipo "mas tal bailarina gringa não dança ATS, e blá-blá-blá...", mas é óbvio que em termos de contexto qualquer bailarina americana tem muito mais contato com o ATS do que nós aqui; para muitas delas, o Fusion não foi uma opção pensada, mas sim uma coisa que surgiu num fluxo natural. O fato de terem ou não estudado com Carolena é irrelevante, pois quando se está no berço do movimento (tribal) não se precisa correr atrás de informações, as coisas surgem por osmose. Todas sabem o que é um egyptian e como funciona uma improvisação coordenada em grupo. É só uma questão de conhecer e honrar as raízes da dança que você se propõe a representar.

ATS e ITS: Deixe aqui os links do seu site e de um vídeo do Pandora.
Mariana: Site: www.marianaquadros.com
Blog: http://marianaquadrostribal.blogspot.com/
Vídeo do Pandora: http://www.youtube.com/watch?v=DM4oxUs4vVY



Agradecemos à Mariana e o Pandora pela gentileza e companheirismo na divulgação do ATS no nosso país!

bjokas à todas!!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Rádio ATS


Bom dia gente!

Vamos falar de músicas para ATS hoje. Muitas pessoas perguntam qual é o tipo de música que se usa para ATS, se existe alguma regra ou estilo a respeito do repertório musical. Na verdade existem algumas sugestões e muito uso do bom senso de acordo com o uso e a ocasião da performance. É sempre bom levar em consideração alguns fatores antes de escolher a música: qual será o local, tipo de público que estará presente, se existirá limite de tempo para a apresentação e quantas pessoas estarão no grupo naquela ocasião.
Basicamente podemos classificar as músicas de acordo com o tipo de movimento que pode ser usada com elas: rápidas ou lentas. De acordo com o arranjo musical podemos ter músicas lineares dentro do andamento (rápido ou lento) ou músicas variadas (com variações entre as duas classificações).
Os ritmos mais comuns para músicas rápidas são: Fellahi, Malfuf, Ayub, Karachi, Saaidi, Maqsoum e Masmoudi Saghira (Baladi) de andamento médio à acelerado.
Para músicas lentas podemos usar composições com andamendo médio à lento dentro dos ritmos descritos acima ou músicas sem percussão.
O estilo também pode ser variado: desde música folclórica árabe até pop contemporâneo, passando por indie com toque oriental e até músicas compostas para trilha sonora de filmes. O denominador comum entre todas elas é o mesmo: instigar o expectador a reconhecer na performance algo de antigo/tradicional oriental sem necessariamente representar uma cultura específica.

Deixo com vocês um link para uma verdadeira Rádio ATS (dentro do portal http://atsbellydance.com), onde se pode escolher por estilo de música entre várias opções: http://atsbellydance.com/music.html

e o link da loja virtual do FCBD onde se pode adquirir CDs ou MP3 de todos esses estilos musicais: http://www.fcbd.com/catalog/index.php?main_page=index&cPath=67

enjoy!


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Retomada e novidades!

Olá gente! Nesses últimos meses a correria foi muita e o trabalho também: atelier, novas turmas, espetáculo anual do Tribes e workshops em outras paragens me ocuparam de um jeito q mal deu pra respirar por aqui. Pelo menos trago algumas novidades!
A Tribo Mozuna ganhará seu próprio blog, assim como ganhou sua página no facebook , e lá vcs poderão encontrar informações sobre o grupo, as integrantes, fotos e vídeos das apresentações.
Em breve divulgarei o link aqui.

ATS e ITS voltará com as postagens temáticas e traduções de textos e informações relevantes ao estudo do ATS para todas e todos que curtem a improvisação coordenada como forma de expressão. =D Também divulgaremos eventos e workshops relacionados.

A começar pelo workshop de ATS que ministrarei aqui no Rio de Janeiro dia 31 de julho às 10 da manhã, integrando a 7ª MOSTRA MUNICIPAL DE DANÇA DO VENTRE DO RJ. Mais informações e inscrição para o workshop ( que será gratuito ) em http://www.mostradancaventrerj.blogspot.com/
Na mostra da tarde à partir de 13 horas participação da Tribo Mozuna!





Na mesma data Nadja el Balady ministrará workshop de ATS e tribal brasil em Brasília no Zahra Studio de dança. Inscrições e informações com Amura Zahra: amurazahra@yahoo.com.br





E em São Paulo Rebeca Piñeiro ministrará workshop de Tribal Fusion e ATS em Araraquara dia 7 de agosto. Mais informações em e.estilolivre@hotmail.com e edz.mig@hotmail.com




tem workshop à beça vindo aí hein? =D é o ATS crescendo gente!!!!

bjokas a todas!

terça-feira, 15 de março de 2011

Código Tribal


Volta e meia nos vemos enfrentando questões éticas e morais no nosso dia-a-dia "normal" e da dança. O fiel da balança sempre pende de acordo com nossos valores e do nos vai ao coração.
Achei este texto no www.atsbellydance.com e achei interessante; posso dizer que me identifico com esta maneira de pensar. Abaixo está o link da versão original em inglês.



"Isto é nosso para compartilhar e vivenciar dentro e fora do estúdio. A versão original está afixada na parede do estúdio do FCBD. A versão revisada é cortesia de Sandi Ball do FCBD 12/1/10 at 2:45p. –LM

CÓDIGO TRIBAL

Comprometimento : Esteja lá para as suas irmãs de dança. Seja dando as deixas de forma clara e certeira ou chegando pontualmente em um show, todas nós dependemos umas das outras.

Comunicação: Pergunte e aprenda com as dançarinas mais experientes. “Não deixe o caldo entornar”. Expresse-se de forma construtiva e respeitosa.

Consciência: Preste atenção como suas palavras e ações afetam os outros. O que faz sentido pra você pode ser entendido de forma diferente pelos outros. Pense antes de dizer ou fazer as coisas.

Teflon: Não leve para o pessoal! Já temos personalidades o suficiente tentando coexistir e evitar mal-entendidos. Deixe que as coisas passem por você, não deixe que “grudem”!

Humildade: Todos podem se beneficiar em fazer aulas do Nível 1 e 2 para aperfeiçoar a técnica. Também podemos nos beneficiar dando espaço para que as individualidades possam coexistir.

Confiança: Esta dança é baseada em confiança, dentro e fora do palco. Mereça a confiança das pessoas e confie também.

Respeito: Trate suas irmãs de dança ( e todos os outros seres humanos) com compaixão e respeito e tenha consciência do talento e das limitações dos outros. Respeite a dança pelo que ela é ao invés de ficar tentando mudá-la.

Prestigie: Vá aos shows do FCBD e dos outros grupos também. Não apenas para prestigiar, mas também como uma forma de aprender.

Alegria: Dance pela alegria de dançar! Aproveite por você e pela companhia dos outros! "

http://atsbellydance.com/tribalcode.html


Bjks a todas!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ferve fevereiro!!

Um calor escaldante nessa cidade maravilhosa (?) e algumas novidades! As aulas de ATS no Asmahan Cinelândia (www.asmahan.com.br) à todo vapor toda segunda-feira às 14:30hrs e workshop de ATS comigo em Maio em SP no Campo das Tribos! Mais informações e divulgação oficial já já!

Encomendas Nataraja Designs retomadas!

Em breve atualizações do site e no perfil do Orkut! Só pra lembrar: www.nataraja.dancatribal.com.br


E vamo que vamo!!!!!

bjks a todas!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Sister Studios - Carovana Tribale


Como prometido no último post inicio algumas postagens sobre os Sister Studios do FCBD.
Essas instituições, grupos ou pessoas tem em comum uma diplomação concedida por Carolena Nericcio de propagador do seu estilo de dança. Este diploma pode ser obtido através de ciclos extensivos de aulas no estúdio do Fat Chance Bellydance em São Francisco (CA) ou em cursos intensivos, que são oferecidos diversas vezes ao ano em diferentes instituições de dança ao redor dos EUA e recentemente em alguns países da europa. Este diploma compreende os cursos do General Skills (formação básica para bailarinas) e o Teacher Training (formação básica para professores) e a aprovação pessoal de Carolena para o título. Os Sister Studios se comprometem a ensinar com fidelidade o sistema ATS de improvisação coordenada.

Inaugurando a série contaremos com uma mini-entrevista com Isabel de Lorenzo, bailarina brasileira residente em Roma, Itália que desde 2009 vem ao Brasil ministrar workshops e master-classes em ATS em diversas capitais (no Rio de Janeiro participou do primeiro Hafla Tribal em 2009 e em 2010 foi Convidada Internacional do Festival Tribes Brasil 3) e que possui um sister studio em Roma e o grupo Carovana Tribale de ATS.

Vamos à entrevista!!!

ATS e ITS: Quando a Carovana foi criada? Como foi o processo?

Isabel: A Carovana Tribale nasceu em Roma, Itália, em 2003, da união de três amigas dançarinas em torno do estudo do Tribal Bellydance no formato proposto por Carolena Nericcio, dançarina e extraordinária criadora que vive em São Francisco, USA. Após os primeiros meses de estudo através de videos e correspondencia com Carolena, decidimos formar a troupe e iniciar a divulgar o American Tribal Style na Itália. Eu e minha sócia Lara Rocchetti (na mesma época, abrimos juntas o centro de danças étnicas San Lo') vinhamos de uma formaçao em dança oriental clássica, de modo que passar da liberdade formal de uma dança popular, frequentemente realizada em solos, como a dança do ventre, aos esquemas codificados de uma dança mais formal como o American Tribal Style foi um longo processo, que envolveu anos de estudo, treinamento, ensino e divulgaçao. Como dançarinas profissionais, precisavamos não somente transformar nossos codigos corporais, mas também criar um público interessado em estudar e apreciar esta nova dança, para que pudéssemos nos estabelecer profissionalmente como dançarinas no estilo tribal.

ATS e ITS: Quantos membros integram a Carovana?

Isabel: A Carovana Tribale nesses anos passou por várias formações. Atualmente é dirigida por mim e conta outras cinco integrantes. Nossa idéia é sempre ter um núcleo profissional ao qual podem se agregar dançarinas semi-profissionais que contribuam ao estatuto de "cidadãos dançantes" que é a base teórica do meu projeto na dança em geral.

ATS e ITS: Quais os principais festivais q a Carovana Participou?

Isabel: Já participamos a muitos eventos teatrais e festivais na Itália. Este ano tivemos nosso primeiro evento internacional, o Gypsy Dance Fest (Madrid, outubro 2010) e estamos nos preparando para o BellyFusions (Paris, janeiro 2011). E acabamos de encerrar um grande encontro europeu, o Roma Tribal Meeting (Roma, novembro 2010), que contou com a participação de troupes e solistas de varios países, e foi coroado com presença do grupo musical Helm, de São Francisco (USA), representando as origens do movimento Tribal.

ATS e ITS: Quais as suas principais influências étnicas e musicais?

Isabel: As influencias do American Tribal Style vão das danças do Norte da Índia ao Flamenco, passando pela Asia Central, pela Europa Oriental, pelo Egito e pela Africa Setentrional, ou seja, seguem o percurso nômade do povo cigano. Essas influências se percebem na música, nos movimentos e nos figurinos e estão na base do trabalho de Carolena Nericcio. A Carovana Tribale acrescenta um toque Mediterrâneo, utilizando principalmente músicas da tradição popular italiana, grega e balcânica.

ATS e ITS: Deixe aqui os links do site e de um vídeo da Carovana!

Isabel: www.myspace.com/carovanatribale
www.carovanatribale.com em construçao
http://www.youtube.com/watch?v=DCXsaeIFfcM

Agradecimentos muito especiais a Isabel de Lorenzo que nesses dois anos vem ajudando a divulgar o nosso tão amado estilo no Brasil e na Europa e que tem contribuído para a solidificação do estudo da Tribo Mozuna também!

bjks a todas!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pequeno dicionário de figurino - Turbantes e Headpieces

Voltando aos verbetes do nosso dicionário após essas novidades exitantes do último post!!!

Turbantes




"O turbante (do persa دلبنت dulband, em turco tülbent) consiste em uma grande tira de pano de até 45 metros de comprimento enrolada sobre a cabeça, e de uso muito comum no Oriente Médio, principalmente entre os muçulmanos.A origem do turbante é desconhecida, mas sabe-se que já era usado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo.

Os turbantes também são usados pelas mulheres ocidentais, como um acessório de moda. Na década de 1960 eles foram bem populares, mas não eram amarrados da mesma forma que os dos homens, presos à frente da cabeça. Usando longos lenços, elas primeiro amarravam as pontas à frente da cabeça e, a seguir, passando as pontas pela testa, as prendiam na nuca." Fonte - wikipédia

No estilo tribal o uso do turbante foi difundido por Masha Archer e Carolena Nericcio. As funções principais do turbante são: criar um look exótico que contraste com o seu visual do dia-a-dia; criar uma base para mais cores e ornamentos, fazendo o visual geral mais rico e opulento e unificar as bailarinas num look que não distingue idade nem detalhes da aparência entre o grupo.
O turbante também é muito útil para o amortecimento e no equilíbrio de acessórios como espadas, cestos e potes, que no início do estilo eram frequentemente utilizados nas performances. Hoje em dia o turbante não é muito utilizados pelos grupos de improvisação coordenada, porém é um acessório extremamente característico do estilo.


Headpieces




Headpiece é uma palavra em inglês que pode ser traduzida como acessórios de cabeça, diadema, tiara ou coroa. O headpiece na verdade é uma série de acessórios e adornos que são usados na cabeça (que podem ser presos a uma fita ou dispostos em camadas diretamente sobre os cabelos) que compõem o look tribal.
O headpiece é muito popular entre as dancarinas de fusão tribal (tribal fusion) justamente por oferecer um visual mais leve que o turbante. Porém de acordo com o gosto pessoal de cada um o headpiece (ou simplesmente "a cabeça tribal")pode ser tão ornamentada quanto o turbante ou quem sabe até mais!
Peças que compõem o headpiece normalmente são tiras de tecido brocado ou com aplicações de metais (botões, partes de colares ou tornozeleiras, pulseiras e até brincos!), palitos de cabelo, fivelas, prendedores de diversos materiais, flores artificiais ou naturais, e o que mais a imaginação mandar! Até pequenos casquetes (mini-chapéus decorativos) podem compor o headpiece.
O uso de headpieces no ATS e ITS se tornou popular em diversos grupos, que além de cultuar a estética oriental pseudo-folclórica também queriam inovar nas escolhas musicais (usando musicas pop e contemporâneas em vez das tradicionais orientais) e nos acessórios de figurino, criando maior familiaridade com a audiência e com possíveis novos praticantes.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O "Novo ATS"

O "Novo ATS"

Desde semana passada que Carolena Nericcio anunciou que haveriam mudanças no ATS no dia 16 de setembro de 2010. Hoje compartilho o link com vcs do anúncio que ela mesma postou no tribes a respeito de uma questão antiga: a criação de passos fora do vocabulário oficial do ATS - FCBD.]
Em miúdos, ela simplesmente reclassificou todos os passos mostrados no volume 1 ao 4 dos vídeos didáticos como "old school ATS" e do volume 5 até o 7 como "new school ATS", sendo que o "Old School" é a base e o "new school" criações posteriores, assim como as variações criadas por quaisquer grupo que pratique ATS. Seguindo essa linha de raciocínio ela anunciou tmb a gravação de um DVD em 2011 mostrando quais pontos são essenciais para a manutenção da estética em passos novos e dessa forma abraçou uma grande fatia de grupos de Improvisação Coordenada baseadas em ATS que simplesmente adotava combinações próprias e variações menores dentro da classificação de ITS.
O ATS ficou maior e mais espaçoso! Vamos acompanhar o diálogo entre Carolena e as praticantes e ver até onde esa história vai dar!

http://tribes.tribe.net/fatchancebellydance/thread/eeabd382-ce98-46c5-b862-d5ff4a24329a link da discussão

quinta-feira, 29 de julho de 2010

fechando a conta

Pra passar a régua e fechar a conta vou fazer um balanço sério do que foi o Tribes em termos de ATS, espero que vocês não achem que esse é um post convencido e auto-promocional porque particularmente eu não concordo com esse tipo de postura.
Basicamente o evento se propôs a ser uma fonte de conhecimento geral para todos e todas que praticam o tribal ou que vem de outras modalidades e gostariam de ter a oportunidade de vivenciá-lo. A escolha do ATS como sendo a modalidade com maior número de oficinas consolida a nossa comunidade como um pólo difusor dessa prática e demonstra o nosso respeito pelas raízes do movimento tribal. Tenho muita satisfação de dizer que pude contribuir positivamente para isso e fico extremamente feliz em ver o interesse das pessoas. Todos que se mobilizaram e que puderam participar ativamente desse momento e também aqueles que não puderam estar fisicamente ,mas que apoiam esta iniciativa tem todo o meu respeito e a minha gratidão.
A valorização das formas de improvisação coordenada é um passo dos mais importantes para a preservação das bases da Dança Tribal e para o reconhecimento da mesma como forma legitima de expressão cultural reconhecida pela sociedade, pelo meio acadêmico e pelos sindicatos de dança de todas as regiões do país.
Acredito que com trabalho, dedicação e união entre nós praticantes, a Dança Tribal evoluirá como um todo rumo a popularização, e seus benefícios e sua mensagem positiva e agregadora será conhecida por muito mais pessoas. Só nos resta abraçarmos essa jornada que tanto amamos e fazermos nossa parte junto a nossas companheiras de dança e a todos que valorizam o nosso trabalho e esforço!
Agradeço especialmente todos que tornaram isso possível pessoalmente, vocês sabem quem são e vocês tem meu eterno respeito e gratidão!

e agora, vamos em frente, rumando a novas experiências e desafios!

beijokas a todas!

PS: em breve postarei um link para as fotos e vídeos do evento.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Novidades Tribais

Novidades Tribais
Neste último mês foram ao ar dois databases muito interessantes. O primeiro a ir ao ar foi o ATS Belly Dance.com , que almeja registrar todas as bailarinas e professoras de ATS que existem nesse mundão para que a comunidade se conheça pra valer. Recebi o convite pela Isabel de Lorenzo é já botei o meu perfilzinho no ar. É separado por estados americanos e países e contém uma legenda classificando a nível de graduação formal de cada professora . O site promete lojinha e aulas virtuais para breve, então vamos ver no que dá.

O segundo, mas não menos importante é o poderoso TribalStar Galatica, oferecido pela magnânima Carolena Nericcio no seu site fcbd.com. Esse database é mais ambicioso e se refere como "your world-wide source for all things Tribal" (algo como " a sua fonte de consulta mundial para tudo relacionado ao Tribal" - poderooooooooooosa!!!!). Estou tentando me cadastrar e não estou conseguindo... creio que a estrutura geral de funcionamento ainda deve estar passando por ajustes. Mas bastante gente já conseguiu se cadastrar, inclusive a amiga Jaya Shakti . Como o database é bem diversificado dá pra todo mundo se inscrever. (weeeee!)

No campo de lançamentos musicais temos um CD de compilação saindo pelo selo do Fat Chance. Sabe aquelas músicas maravilhosas que elas usaram no tribal fest 10 há 2 semanas? Você encontra no CD "Muse Melodic" ! A coletânea tem faixas de vários músicos e compositores famosos da Bay Area de São Francisco como Dan Cantrell (The toids), Tobias Robertson (The toids e Stellamara), Solace e o inigualável Helm em faixas novinhas e alucinantes para performances Tribais de várias vertentes. Por enquanto só importado... (ooohhh!)

E por enquanto é isso aí! Em breve mais novidades de workshops aqui do Rio e novidades quentes sobre o Tribes Brasil III !!!

bjks a todas!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Festival Tribes Brasil 3


Então meninas, vamos ao Tribes?

O festival esse ano está super especial pra quem gosta de ATS/ITS ou pra quem nunca viu ou ouviu falar e quer conhecer ao vivo e a cores! Teremos em primeiríssima mão o Workshop da Isabel de Lorenzo diretamente de Roma e recém graduada no programa de estudos para professores do Fat Chance Bellydance (o Teacher Trainnig). Esse programa possibilitou que a sua trupe (o Carovana Tribale) e sua escola pudessem ostentar o título de Sister Studio, o que significa que o ensino que elas proporcionam é 100% ATS e suas apresentações também. Essa iniciativa é inédita e Isabel é provavelmente a primeira brasileira a completar o programa completo de instrução do FCBD.
Fora os workshops de Isabel teremos uma mostra de vídeos inteiramente dedicada à Carolena Nericcio e ao FCBD e workshops relacionados ao tema como "Ritmos com Snujs" que proporcionará exercícios de reconhecimento de ritmos e técnicas para dançar e tocar, para complementar a sua performance de tribal ou de dança do ventre.
Teremos performances de ATS no Grand.Show (com a Tribo Mozuna e Isabel de Lorenzo) e em pocket shows durante o evento.
Fora tudo isso teremos uma eclética programação de workshops de tribal fusion (com a convidada internacional Geneva Bybee e a convidada nacional Paula Bráz da Compania Xamã) e de várias outras fusões cativantes como o Dark Fusion, o Gypsy fusion, o Celtic Fusion e a Fusão Afro.
Agora só falta você! Vem dançar com a gente!!

bjks!!!

domingo, 25 de abril de 2010

De volta à ativa

A viagem à Friburgo foi um sucesso, um fim de semana muito divertido e agitado. A Tribo Mozuna abriu o show de gala do Underworld Fusion Fest no sábado a noite e já temos alguns vídeos disponíveis na net. Indispensável ressaltar o talento das participantes do show e o carinho com o qual fomos recebidas pela organização, muito obrigada a Aerith e a Anne Nargis! Já temos alguns planos para viagens da Tribo a outros estados, espero poder compartilhá-los em breve com vocês!

Aproveitando a volta à ativa vou tentar explorar um tema que tem sido dúvida de algumas pessoas nesses últimos tempos: Como identificar se um grupo está fazendo uma performance de ATS, ITS ou simplesmente Tribal?
Primeiramente gostaria de clarificar o termo "improvisação coordenada"
A improvisação coordenada no ATS e no ITS significa dançar com um vocabulário de passos pré-estabelecido, com "chamadas" corporais que antecedem o passo em si, e de forma aleatória. Uma sequência de passos não será a mesma em representações diferentes de uma mesma música por exemplo, à não ser em pequenas sequências chamadas de "combos". As "chamadas" são claras para as pessoas familiarizadas com o vocabulário, porém para todos os outros pode haver uma sensação de que a peça é coreografada, mas pequenas dicas podem ajudar a identificar como: um pequeno atraso no movimento entre as bailarinas ou um movimento sutil que apenas a líder faz.
Essa característica é a principal entre a distinção de uma peça nas modalidades ATS-ITS e tribal. O ITS como expliquei em uns posts atrás permite maior liberdade de criação das participantes pois incorpora passos adaptados por elas mesmas e outras trupes, exetuando Fat Chance Bellydance e Sister Studios que são inteiramente baseadas no ATS.
Exetuando esses casos a performance poderá ser intitulada Tribal e nomeada segundo as suas subvertentes dominantes, observando os aspectos básicos do estilo.

espero ter ajudado, dúvidas quais forem é só perguntar!

bjks!!!!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Vamos falar sobre ITS?

É tanto ATS pra lá e pra cá, tá na hora de falar sobre ITS!

A sigla nasceu de uma discussão sobre a propriedade criativa do termo ATS (American Tribal Style),em 2007, entre a criadora do estilo Carolena Nericcio e algumas praticantes que estavam fazendo modificações no vocabulário de passos e de chamadas (as cues ou keys) por sua própria conta. A discussão foi acirrada , mas serviu para que esse novo termo surgisse e classificasse de forma satisfatória esse novo conjunto de vocabulários pessoais que as trupes estavam criando.

O termo Improvisational Tribal Style abarca todos os grupos que praticam o sistema de improvisação coordenada mas que por vontade própria decidiram abandonar o vocabulário estritamente FCBD e incorporaram passos próprios ou de outras trupes. O vocabulário é livre, porém precisa haver um consenso entre as participantes para que a performance seja completada expontaneamente, se não não existirá a condição de "Improvisação Coordenada", e será apenas considerado estilo tribal. A maioria dos grupos segue as regras de figurino bem próximas às do ATS porém o estilo de traje é livre; e o uso de snujs opcional. As modificações são encorajadas e podem chegar a extremos e podemos encontrar grupos como Unmata que criou um vocabulário totalmente baseado em hip hop, afro e tribal fusion totalmente improvisacional. As modificações mais comuns são em relação a posição da liderança no grupo, a troca da mesma entre os participantes, direção de rotação e apresentação dos passos e introdução de mini-combos. A sigla ITS é um sinônimo da sigla TGI (tribal group improvisation).

O ITS também classifica os dois únicos grupos de tribal baseados em improvisação coordenada do Brasil : a Tribo Mozuna - RJ (direção de Nadja el Balady e Aline Muhana) e a compania Ulan Daban de São Paulo - capital (direção de Rebecca Piñeiro). (se estiver esquecendo de alguém, por favor incluam nos comentários para q eu possa editar o texto).

por Aline Muhana

terça-feira, 16 de março de 2010

www. tribe.net


Olá meninas, venho hoje falar sobre esse link aí do título: www.tribe.net

Conheci essa rede de relacionamentos em maio de 2007, uns 5 meses depois de começar a fazer aulas de dança do ventre, pela mala direta do site antigo do The Indigo. Na hora não entendi muito bem como funcionava aquele sistema e outra coisa que me deixava perdida era o inglês coloquial e o vocabulário de dança, que na época era grego pra mim. Mas as fotos eram espetaculares, e com o tempo fui me acostumando e pegando o jeito da comunidade. Nela descobri praticamente tudo, e continuo descobrindo, porque com muita frequência as bailarinas postam dúvidas que são prontamente respondidas pelas colegas mais experientes e muitas vezes pelas próprias divas: Zoe, Rachel, Ariellah, Carolena (e às vezes até a Mardi! rs!!)
A maioria delas tem uma comunidade dedicada ao seu trabalho, criada pelos fãs e lá dá pra acompanhar as datas dos workshops, o feedback das pessoas sobre as últimas apresentações e todo o tipo de informação que se queira saber sobre o dia a dia delas. Outra grande vantagem são as listas de discussão (lá conhecidas como "threads" ou "topics") que são super aprofundadas e sérias, a galera não brinca em serviço, e os moderadores das comunidades são bastante ativos em relação a manter a ordem e os assuntos em seus devidos lugares.
Apesar da instabilidade do sistema (que me faz perder a linha quando quero tirar uma dúvida com alguém ou ver um vídeo linkado lá) a comunidade é muito tranquila e respeitosa, e bailarinas do mundo inteiro se encontram lá pra trocar idéias e saber das últimas do tribal nos EUA. A comunidade mais forte nessa rede é a de São Francisco, Califórnia e justamente por isso que as divas estão tão presentes (é o quintal delas poxa!) ; a rede em si foi criada lá em 2003.
Então se vc sabe inglês ou mesmo se vc não sabe (tradutor google tá aí pra isso) não perca nem mais um minuto e entre nessa comunidade. Nem que seja só pra olhar as fotos. A história da dança tribal está sendo escrita lá por milhares de mãos, uma delas pode ser a sua. E se você realmente aprecia a dança tribal, entre e aprenda muito mais do que você imaginou aprender! É só um clique!

bjks!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Resumo de Tese American Tribal Style Belly Dance: Improvisação uma subjetividade feminina

Resumo de Tese -
American Tribal Style Belly Dance: Improvisação, uma subjetividade feminina

O American Tribal Style (ATS) surgiu na década de 1980 como uma forma de dança reestruturada - tanto no traje e nos movimentos - que contrariava os estereótipos da dança do ventre. Ao insistir em um formato de grupo o ATS demonstra os laços comunais que muitas mulheres experimentam através da sua participação na dança do ventre. Ao apresentarem-se como um coletivo, dançando umas com as outras, bem como para o público, e no mais importante, observando uma a outra no palco, a dinâmica Tribal concretiza as relações que as mulheres têm com a dança, umas como as outras, e com a sua própria sensualidade, que são mais complexas do que simples tentativas de seduzir o público.

Historicamente, a dança do ventre foi recebida pelo público nos Estados Unidos através da lente de um colonialismo masculino sujeito a interpretar a dança oriental como um espetáculo de entretenimento feminino-erótico para seu consumo pessoal. Do século XIX, os viajantes europeus e americanos procuraram artistas do sexo feminino e retransmitiram histórias sensacionalistas de suas façanhas coreográficas e sexuais a um Ocidente um ávido. Esta atitude cimentou a reputação da dança do ventre no Ocidente como uma forma de arte que exibia a sexualidade feminina destinada exclusivamente a excitação masculina.

Em contraste, durante os anos 1960 e 70, uma onda crescente de mulheres norte-americanas recuperaram na dança do ventre uma forma de autorização e valorização do feminino. Para elas, a dança do ventre atuou como uma forma especificamente feminina , baseada nos movimentos expressivos dos quadris, abdome e tronco. Muitas mulheres encontraram a auto-estima através de um vocabulário de dança que ajudou a negociar um espaço no qual poderiam aceitar e celebrar os seus corpos, fora das normas ocidentais de beleza e comportamento. Mas quando elas se apresentaram para o público, muitas vezes encontraram a visão arraigada de que o seu desempenho humilhava- as como objetos sexuais ao olhar masculino. Esta falta de entendimento concedido ao corpo que dança a dança do ventre é um sintoma de uma subjetividade ocidental que localiza a dançarina em vias de representação que não são apenas orientalistas, mas que o privilegia o olhar exclusivamente masculino .Essa “nova função” da dança passa desapercebida pelo público.


No American Tribal Style, o estúdio de dança torna-se o local para resistir a esta imagem da bailarina como espetáculo sexual passivo. Dentro da estrutura de improvisação do grupo, todo mundo é líder e seguidor, performático e testemunha em um fluxo de constante mudança. O olhar é desfetichizado, tornando-se um meio de comunicação e intercâmbio entre bailarinos em um circuito que inclui a audiência, mas não cede a ela. Desta forma, ATS prevê uma intervenção no modelo, masculino colonialista da subjetividade com sua ênfase na coletividade de mulheres e de práticas comunicativas de interpretação que se centram sobre o corpo da bailarina.

Por Molly Mitchell

Link do original em: http://sites.cca.edu/gradthesisevents/2009/visual_criticism/mitchell_molly/1.html


Tradução: Aline Oliveira

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vídeos de ATS

Para completar um bom estudo de dança tribal, nada melhor que ver muitos vídeos, didáticos e de performances, para criar maior familiaridade com o repertório de movimentos e todo o feeling da performance e do estilo. Compartilho com vcs a minha lista pessoal de estudo de ATS, composta por vários vídeos do Fat Chance Bellydance em performances variadas, com várias formações de palco e diferentes integrantes.

(com direito a um vídeo-propaganda de Java Juice estrelando Carolena Nericcio como garota-propaganda!! ótemo!!! =D)

Bom estudo!

http://www.youtube.com/my_playlists?pi=0&ps=20&sa=0&dm=0&p=421FD25CC95C3171

domingo, 31 de janeiro de 2010

Masha Archer


Acabei de ver um preview de um documentário que estão produzindo sobre a vida e a obra da Masha Archer no site dela: http://www.masha.org/themovie.html
é verdade q se fala pouco sobre a carreira dela como dançarina, mas fiquei encantada com a força e a riqueza do trabalho dela como artista em geral!
E também me chamou muito a atenção a influência que ela teve na estética do figurino de ATS ! como as jóias dela e a paleta de cores que ela utilizava influenciaram tanto o estilo! (fora o fato de a Carolena ser parecidíssima com a Masha em termos de penteado e acessórios!!)

Pra quem não sabe Masha Archer era uma artista plástica que emigrou de Kiev na Ucrânia com a família após a segunda guerra mundial e se fixou em São Francisco, Califórnia. Ela desenvolveu um trabalho multidisciplinar nas áreas de pintura, escultura e design de roupas e jóias. Seu trabalho é conhecido internacionalmente e é considerado extremamente teatral e dramático, além de exótico e multicultural. Masha estudou dança com Jamila Salimpour por anos e posteriormente criou a San Francisco Classic DanceTroupe, da qual fez parte Carolena Nericcio.

enjoy!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Movimentos lentos

http://www.youtube.com/watch?v=BYF5iyI76KM&feature=PlayList&p=421FD25CC95C3171&index=3

Apesar de ter uns momentinhos mais rápidos a maioria dos movimentos usados nessa apresentação são considerados lentos. O andamento da música é médio, e influencia um pouco na velocidade das transições, porém não deixa de caracterizar essa dança como lenta.
Movimentos usados:
wrap arounds,taxeems, reverse taxeems, ribcage rotation, camel walks, torso twists,body waves, egyptian, egyptian half turn, head slides, barrel turn, propeler turn, layback, levels, arm undulations, shoulder shimmie com hip drops. (não estão em ordem)

Postado a pedido da Regina, faça bom uso gata! =D